terça-feira, junho 29, 2010

Esmalte da Semana (ou quase)

Escrito por Naiara às terça-feira, junho 29, 2010
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Esmalte da semana: Rosa Retrô da Avon.
Eu comprei este esmalte já vai fazer um mês e só agora tive oportunidade de usa-lo em todas as unhas. Gostei do resultado apesar de que pelo que vi seriam necessárias 3 camadas para deixa-lo mais homogêneo nas unhas!

segunda-feira, junho 28, 2010

A vida não é uma comédia romântica

Escrito por Naiara às segunda-feira, junho 28, 2010
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Como vou ficar alsente durante um vom tempo devido ao meu final de periodo que acumulou TUDO! Deixo aqui um testo do Luiz Fernando Verissimo que eu gostei muito.



Homem e mulher se conhecem numa sala de espera de médico. Ela grávida, ele esperando a mulher, que consulta com o médico. Ele oferece a "Caras" que estava folhando: — Quer dar uma olhada? Ela: — Acho que essa eu já vi. É nova? Ele, depois de consultar a data da revista: — Bom, é deste século... Os dois riem. E se apaixonam. Dessas coisas. Destino, química... Quem explica essas coisas? Se apaixonam, pronto. Mas não caem nos braços um do outro. Mesmo porque a barriga dela, de sete meses, não permitiria. Ficam apenas se olhando, atônitos com o que aconteceu. Pois junto com o amor súbito vem a certeza da sua impossibilidade. Como uma ferida fazendo casca em segundos. E como nenhum dos dois é um monstro de frivolidade, e como a vida não é uma comédia romântica, é uma coisa muito séria, e como eles não podem largar tudo e fugir, trocam informações rápidas, para pelo menos ter mais o que lembrar quando lembrarem aquele momento sem nenhum futuro, aquela quase loucura. Sim, é o primeiro filho dela. Menino. E a mulher dele? Está consultando o médico porque a gestação complicou, o parto talvez precise ser prematuro. Também é o primeiro filho deles. Filha. Menina. Que mais? Que mais? Não há tempo para biografias completas. Gostos, endereços, telefones, nada. A mulher dele sai do consultório. Ele tem que ir embora. Dá um jeito de voltar sozinho e perguntar o nome dela. Maria Alice. E o dele? Rogério! Rogério! E sai correndo, para nunca mais se encontrarem. Mas se encontram. Três anos depois, na sala de espera de um pediatra. Ela chega com uma criança no colo. Ele está lendo uma revista. Talvez a mesma "Caras". Os dois se reconhecem instantaneamente. Ele pega a mãozinha da criança. Pergunta o nome. É João Carlos. Caquinho. — Ele está com algum... — Não, não. Consulta normal. Ele é saudável até demais. Hiperativo. E a de vocês? O parto, afinal... — Foi bem, foi bem. Ela está ótima. Se chama Gabriela. Só veio fazer um checape. Eu não posso ficar lá dentro porque fico nervoso. E declara que não houve dia em que não pensasse nela, e no que poderia ter sido se tivessem saído juntos daquele consultório, anos atrás, e seguido seus instintos, e feito aquela loucura. E ela confessa que também pensou muito nele e no que poderia ter sido. E ele está prestes a pedir um telefone, um endereço, um sobrenome para procurar no guia, quando a mulher sai do consultório com a filha deles no colo e ele precisa ir atrás, e só o que consegue é um olhar de despedida, um triste olhar de nunca mais. Mas se encontram outra vez. Dois anos depois, na sala de espera de um pronto-socorro. Ele com a mulher, ela com o marido. Ele leva um susto ao vê-la. O que houve? É o Caquinho. O cretino conseguiu prender a língua numa lata de Coca. Ele se emociona. A mulher dele não entende. De onde o marido conhece aquele Caquinho? E aquela mulher, que está perguntando se aconteceu alguma coisa com a Gabriela? Não foi nada, Gabriela só bateu com a cabeça na borda da piscina e está levando alguns pontos. E nem a mulher dele nem o marido dela entendem por que, ao chegar a notícia de que o Caquinho só ficará com a língua um pouco inchada, os dois se abraçam daquela maneira, tão comovidos. Depois, em casa, ele se explica: — Solidariedade humana, pô. A história não precisa terminar aí. Rogério e Maria Alice podem continuar se encontrando, de tempos em tempos, em salas de espera (dentistas, traumatologistas, psicólogos especializados em problemas de adolescentes etc.) até um dia ela sair do quarto de hospital onde está o Caquinho, que teve um acidente de ultraleve, e avistá-lo na sala de espera da maternidade, e perguntar: — A Gabriela está tendo bebê? E ele fazer que sim com a cabeça, com cara de "para onde foram as nossas vidas"?

Luiz Fernando Veríssimo

quarta-feira, junho 23, 2010

Conversa Ficticia

Escrito por Naiara às quarta-feira, junho 23, 2010
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_ Você não sabe o quanto eu esperei por esse momento.
_ Talvez dos momentos errados, este seja o mais certo deles.
_ Mas eu tenho minhas duvidas. Me doí saber que saindo daqui eu só terei este momento para recordar. É só isso que me restará de toda esta historia que eu construí durante anos.
_ Eu não posso te ajudar nisto.
_ Eu sei, fui eu que escolhi ser apenas uma coadjuvante nesta história. Mas ainda sim eu me sentirei bem por saber que eu tive este único momento ao seu lado, e será bom relembrar.

terça-feira, junho 22, 2010

Conto

Escrito por Naiara às terça-feira, junho 22, 2010
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Ele vestiu seu melhor casaco, abriu a porta da casa e partiu para nunca mais voltar.
Para trás ficou a esposa com uma garrafa de martíni já pelo fim, sentada em uma poltrona de seda vermelha já puída pelo tempo.
Ela tinha lagrimas nos olhos mas já secas pela pressão que seu coração fazia a sua razão ligeiramente afetada. Ela usava uma camisola de cetim e suas unhas eram compridas em um tom de vermelho bastante forte. Ela ainda o amava, mas não seria forte o suficiente mais uma ver para lutar pelas decisões que só cabiam a ele.
Durante alguns dias ela permaneceu estática naquela poltrona, saindo apenas para reabastecer sua necessidade por bebidas, até que o pesado sono a atingiu e a colocou a dormir.
A inconsciência e a imaginação estimulada pela bebida a presenteou com bons sonhos e quase que o perfume de ser marido chegou ao seu nariz, mas a certeza de que ele jamais voltaria não a impediria de fantasiar nesse lugar tão comum e tão efémero. Nestes sonhos que se esvazem ao amanhecer da realidade.
Ele se vestiu com seu casaco usual, porem bem arrumado e deu um adeus a sua vida.
Poderia voltar atras se quisesse, porem não havia necessidade quando sua decisão estava mais que tomada. Não é que ele não a amava, porem o que construíram juntos foi desmoronando a cada dia grão a grão até já não sobrar mais nada pelo que lutar.
Também havia o fato de alguem ter cruzado o seu caminho. Para muito a traição era uma rotina, mas não para ele. Aquilo seria destruir a sua vida e magoar ainda mais sua esposa que ficaria naquela casa em que eles construíram para ser um lar, e um lar não seria arruinado por mais uma martelada do destino.
Ele se vestiu bem, na porta da casa ascendeu mais um cigarro, respirou fundo e a decisão estava a sua frente, ele iria aceitar seu novo amor e sair para sua conquista. Deixaria para trás os seus tabus e se aceitaria como um homem que está apaixonado, independente da forma com que era visto pelos vizinhos, ou julgamentos de sua idade avançada!
Ele descobrira o que é o amor, talvez tarde, mais ainda sim em tempo de lutar por ele.

segunda-feira, junho 21, 2010

Tired Of Sex - Weezer

Escrito por Naiara às segunda-feira, junho 21, 2010
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I'm tired
So tired
I'm tired of having sex (so tired)
I'm spread
So thin
I don't know who I am (who I am)
Monday night I'm making Jen
Tuesday night I'm making Lyn
Wednesday night I'm making Catherine
Oh why can't I be making love come true?
Whoa
I'm beat
Beet red
Ashamed of what I said (what I said)
I'm sorry
Here I go
I know that I'll resent it but I can't say no (say no)
Thursday night I'm making Denise
Friday night I'm making Sharise
Saturday night I'm making Louise
So why can't I be making love come true?
Tonight I'm down on my knees
Tonight I'm begging you please
Tonight tonight please
So why can't I be making love come true?



Bom, eu precisava postar essa musica do Weezer que traduz muito bem o porque da minha abistinencia!

domingo, junho 20, 2010

Escrito por Naiara às domingo, junho 20, 2010
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“Todos os cafajestes que conheci na vida são uns anjos de pessoas”
Leila Diniz

quinta-feira, junho 17, 2010

Eu Gosto de... A minha maneira

Escrito por Naiara às quinta-feira, junho 17, 2010
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Eu gosto das coisas ao meu modo!
Não falarei que desprezo totalmente novas possibilidades, formas diferentes de se fazer algo. Porem me agrada incrivelmente que minhas manias seja preservadas de que minha vida siga um rumo que eu possa me identificar em algo. Não aceito ser conquistada, prefiro a conquista partindo de minha pessoa. Gosto de comidas sendo preparadas a minha maneira, com o meu tempero. Gosto que as pessoas tenham a liberdade de discordar de mim, mas que no final digam: Você Estava Realmente Certa!
Eu gosto mais de ser egoísta do que colaborativa, se é essa a expressão correta! É feio de minha parte assumir algo assim, tão ruim de minha pessoa, porém como já dizia Marilyn Monroe, “se você não sabe lidar com o meu pior então com certeza você não merece o meu melhor”.
Eu gosto tando das coisas a minha maneira de ser, que em gral quando vejo que não será feito da mesma forma prática que eu as faria, prefiro me retirar do ambiente, e me distrair com outras coisas.
Mas no fundo, bem no fundo, eu também gosto de ser Surpreendida. Não de Surpresas, mas que me surpreendam com algo amais do que eu esperava. Tenho serio problema de ser quase uma pessimista, acho que por conviver demais com a minha mãe, que se diz realista, ou por ter pessoas otimista demais em minha volta, e que acaba me abrindo mais para a realidade, eu sempre espero algo que não irá superar muito a minhas expectativas. Isso pode ser em relacionamentos, em comprar um sanduíche de um fast-food novo, ou um sapato que parece confortável. Seja lá o que for, eu gosto quando as coisas são da minha maneira, mas uma superação de expetativa de vez em quando também me deixa bastante feliz.

quarta-feira, junho 16, 2010

O que eu tenho se chama Medo

Escrito por Naiara às quarta-feira, junho 16, 2010
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 Rafal Olbinski

Eu já havia me esquecido do quão ruim, e ao mesmo tempo intenso, na mesma hora que dói, e quando se vê já não sabe mais o que pensar, quando se está apaixonado. Não que eu esteja apaixonada por alguém, assunto que vive se repetindo neste blog dia após dia, mas é que depois de muito tempo sem saber o que é isso, eu sinto no serio, muito grande risco de cair nesse buraco novamente!
Porque? Pra que? Primeiro isso só me deixará mal, depois eu não aceitarei minha dose de ciumes possessivo, e por ultimo, eu vou cair naquele mesmo lugar comum, onde eu posso vir a amar alguem, mas o mesmo não acontece da outra parte. E vou ser sincera, eu não quero isso para mim, esta coisa onde só um sente, só um sofre, só um é capaz de mover o mundo pela outra. Eu não quero ninguém movendo montanhas para estar ao meu lado, só que por favor, que eu não seja a única nesta historia a estar de braços abertos para arriscar, para levar o tapa na cara quando for preciso e aprender a se superar.
Eu sou possessiva, não adianta, e eu não vou e nem posso criar uma fantasia na minha mente, cai na minha armadilha e depois, sobra para quem me tirar desta? Eu jamais poderia culpa-lo por não estar na mesma vibe que a minha, porem jamais terei algo amais para discutir, alem ficar com minhas falsas esperanças. Não, isso Não!
Eu não quero me apaixonar por ninguém, mas ele não é um ninguém, ele é alguem no qual eu realmente poderia... mas a vida se resume mesmo em colocar rótulos para sentimentos tão mais complicados? 





dias mais tarde...
eu escrevi isto e resolvi não posta-lo na epoca, porque talvez fosse me expor demais, e eu não queria muito isso. Descidi então publicar. Aqui é onde eu exponho uma especie de fraquesa franca que não cabe a mim ter temor algum de que isso possa ser invasor. O problema que a situação quase aconteceu.
Eu quase me apaixonei, e o pior eu quase levei mais um pé na bunda! Tipo não fiquei magoada, porque levo a vida numa bo esportiva demais para acreditar que isso pudesse ser o culminante que me fizesse cair! eu vivo tanta coisa durante o praso de 24h, o que eu publico neste blog são apenas minhas descepções amorosas, mas durante o meu lindo e gracioso dia eu vivo tanta mas tanta coisa legal e colorida que um a menos na minha lista de amantes jamais me fará mal completo!

terça-feira, junho 15, 2010

Apaixonados são Nobres

Escrito por Naiara às terça-feira, junho 15, 2010
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 Placebo - Every you every me

Quando você se apaixona por uma pessoa, não pode exigir que ela retribua tal sentimento. Que este processo possa ser igual para ambos.
Eu admiro muito aqueles que se apaixonam e declaram isso sem pedir absolutamente nada em troca. Não precisam ser cumprimentados no próximo encontro, muito menos exige sorrisos da pessoa amada pelas suas declarações. É um sentimento de dor eu sei, estar do lado de quem você gosta e saber que ela não da a minima pelo seus sentimentos. Mas ainda sim eu acho uma atitude muito nobre. Você ser capaz de dividir o seus sentimentos com a pessoa responsável por eles, e não terceiros que de certo modo só atrapalham sua vida. E mesmo a mais dura e mais fria das pessoas, ela pode te ignorar, mas terá um certo cuidado para não ferir muito o seu coração. Como mulher eu sei: cultive uma inimiga mortal, mas não tenha um homem de coração quebrado por sua causa!

segunda-feira, junho 14, 2010

Poema para entes de Dormir

Escrito por Naiara às segunda-feira, junho 14, 2010
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Sou livre para amar
ou amo livremente?
Quero um dia de sol
ou necessito da chuva para sair de casa?
Quero um diamante
ou um amante?
Necessito de drogas
ou o mundo já é suficiente?
É para ser eterno
ou o eterno dura um segundo?
Quero amigos de verdade
ou amantes por uma noite?
São testemunhas
ou cúmplices?
São mentiras para iludir
ou verdades para acordar?
Os pássaros cantam
ou apenas murmuram lamurias?
A noite é realmente fria
ou somos mais frios em relação a noite?
Preciso de água para minha sede
ou álcool etílico me basta?
Eu gosto daqui
ou preciso fugir para longe?
Montanhas frias
ou calor momentâneo?
Então me deixa questionar,
não me venha com perguntas tolas
ou questões que não responderei
como: Quem nasceu primeiro,
o ovo ou a galinha?

by Naichan
Escrito por Naiara às segunda-feira, junho 14, 2010
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"Não me falta homem, o que me falta é amor." 
Marilyn Monroe

domingo, junho 13, 2010

Sofro Um Dia, Dois Não!

Escrito por Naiara às domingo, junho 13, 2010
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Essa noite eu quero dar uma chance a mim mesma! Cansei de dar chances a outras pessoas e me magoar, não ser capaz de amar nem meus sapatos que estão no armário, quem dirá algum dos tantos homens que já passaram por minha vida na qual eu não faço questão alguma de repetir a dose. Depois de pensar um pouco, bem pouco por sinal, pois nunca desenvolvo um raciocínio logico para as coisas que eu penso, eu chego a acreditar que eu realmente amei meu ex-namorado, mas eu o deixei livre para seguir a vida dele, e Deus me livre de te-lo novamente em minha vida com toda a minha possessividade.
Eu desacredito no amor a cada minuto, e volto a recupera-lo na próxima esquina por alguns milésimos de segundos, até entender novamente como as coisas funcionam. Eu já cheguei até mesmo a culpara a cidade universitária na qual eu vivo, pela sua grande oferta casual em casa esquina, e achar que isso é o que complica as relações humanas. Enganei-me totalmente nesta ilusão. Homem é homem em qualquer parte do mundo, como ou poucas ofertas sexuais, movido ou não a monogamia. E eu falo homem no sentido geral da palavra, abrangendo mulheres, gays, lésbicas, pessoas em geral.
Talvez eu não tenha desacreditado no todo do amor, mas eu desacreditei neste amor que é ensinado desde criança para os pobres filhos do mundo. Ninguém ama uma só pessoa nessa vida, ou seria capaz de se apaixonar todos os dias pela mesma pessoa a ponto de manter aquela chama sempre acesa! Eu tenho realmente birra das pessoas românticas tapadas! Uma coisa é ser Romântica, outra coisa é ser Tapada! Eu juro que as vezes eu me enquadro no campo do Tapado, e quase chego a caminhar pelo romântico. Ai graças as forças divinas que regem o universo, eu acordo deste pesadelo e vejo como o dia é bonito apenas por eu existir, ter amigos e ter um pai e uma mãe que me amam apesar de todo o trabalho que eu dou nesse mundo!
E depois de tanto tapa na cara riem de mim quando eu penso seriamente de fazer abstinência sexual voluntariamente! Eu não acredito nem no amor, então eu pensei que pudesse acreditar na energia sexual, e me desculpe os caretas, mas é uma energia muito bonita por sinal, move o mundo quando bem direcionada, só que quando eu vejo que não faz sentido nenhum mais na minha vida, eu prefiro fugir disso!
Eu realmente fujo de todas as coisas que me são importantes, ou mesmo que tentam chegar em mim de certa forma! Intimidade é uma coisa que me assusta, e se muito tende ser conquistada migalha por migalha. Muitos pensam que só porque falo muito, sem muito freio na língua que eu podem facilmente entrar na minha vida e ter total consciência de quem eu sou! Tolos! É só isso que posso dizer. Tolos!
Eu não acredito que por chegarem no meu corpo, o mais superficial de mim, podem ter um bom entendimento de minha alma! Não dou este tipo de liberdade a qualquer um, e talvez seja justamente por tentar mudar esses meus atos do passado eu tenha decidido me afastar um pouco de toda a relação mundana e questionar mesmo sobre toda essa falta de sentimento solido dentro de mim.
Como já disse, não sei se aqui ou no meu diário pessoal, é difícil para alguem que cresceu alimentando amores inexistentes de repente se ver uma mulher que perdeu a quase todos eles. É bem assim um turbilhão sem sentido nenhum que passa por mim agora, nem adianta eu tentar colocar isso em palavras porque não dará muito certo. Apenas peço respeito neste momento onde eu tentarei fugir dessa dura realidade! Mas como eu sou aquariana filha do mundo e tenho o coração mais vagabundo que pode existir, sofro de amores sim, porem por apenas 24hs no Máximo! Em breve voltarei para sacanagem, para casa de massagem, porque aquilo é o meu lugar! ♫♫

quinta-feira, junho 10, 2010

Escrito por Naiara às quinta-feira, junho 10, 2010
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Depois de ter abdicado total o esmalte vermelho, e ter me apaixonado pelos tons de rosa claro e nudes em geral, eu arrisco a colocar minhas unhas em azul!
O esmalte cobaia da vez foi o da marca QTock que se encontra em toda a esquina de Ouro Preto por 1,00. Preço legal para pessoas que como eu compra muito mais esmaltes do que realmente usam! Gostei do resultado e quem sabe eu não passo a colocar as vezes fotos de minhas unhas e suas respectivas cores?
Mas vai a dica!

quarta-feira, junho 09, 2010

Escrito por Naiara às quarta-feira, junho 09, 2010
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Meu corpo tem sede
e eu me sinto numa necessidade por viver.
Minha boa deseja algo doce,
um veneno alcoólico para a alma.
Ainda pulsa um coração aqui dentro?
Existe alguma forma de amor neste ser?
Tenho procurado razão
Significado para o que sinto.
São tantos monstros que foram se criando dentro de mim
É tanta magoa mal expressa que me felicita todos os dias,
companhia autônoma que não me possui.
Ânsia aos meus olhos,
gosto envenenado de ódio,
plagio restrito em palavras,
Eu preciso desta fuga, eu necessito desta saciação.

Sobre amores e amores

Escrito por Naiara às quarta-feira, junho 09, 2010
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 Jana Magalhães

 
Talvez eu não tenha de todo desistido do amor. Talvez eu tenha apenas adiado para que essa sensação volte a minha pessoa. Eu posso ter desacreditado na humanidade, mas ainda acredito nos meus amigos. 

Não é que eu não consiga amar ninguém, é só que eu não sou capaz de me convencer realmente de que isto que eu quero. Nem meus amores platônicos me parecem de efeito mais.

De meus amores platônicos, alguns eu guardo em lugares mais quentinhos em meu coraçãozinho de pedregulhos. Eu o lembro de quando o vi a primeira vez, assim como a segunda e a terceira. É estranho  para mim ter esse tipo de recordação ainda hoje, quando já se passaram uns 10 anos, e é justo de um amor platônico, já que eu não costumo me lembrar nem mesmo dos meus ex-namorados com algum tipo de nitidez. 

Eu estava voltando para casa, eu passo por ele, e eu tive certeza de que era alguem que eu poderia me interessar. Mas de amores a primeira vista eu também tenho uma bagagem bastante grande, e mesmo que eu descreva como estava o dia naquele fim de tarde, ainda sim, seria só alguem pelo qual eu me sentiria atraída no meu algue dos hormônios. 

A segunda vez que o vi foi em um caixa de uma padaria. Eu me sinto livre para escrever estas coisas porque eu realmente creio que mesmo que por grande azar ou sorte ele um dia chegue a ler isto aqui, ainda sim serão lembranças minhas, só minhas e me dou ao direito de revela-las quando os rostos que eu posso identificar só a minha memoria tem o retrato.
Naquele dia eu fiquei feliz por vê-lo, já que no meu interior significava que eu poderia repetir aquele tipo de encontro que na minha cabecinha cheia de imaginação, eram os mais lindos encontros casuais românticos.
Enfim, chega o momento da terceira vez em que o vi, e foi daí que comecei a apaixonar por ele gradualmente. Na terceira vez que o vi, não falarei aqui onde foi o local, para não deixar nenhum tipo de margem, eu pude naquele dia, mesmo que ele nem tenha sequer visto minha sombra, pude saber mais sobre aquela pessoa, ou pelo menos conheci alguem que um dia me daria algum tipo de informação descente sobre onde procurar.

Mal eu sabia naquele tempo que um romance platônico poderia entrar em minha vida de uma forma um pouco diferente da que eu imaginava, e muito menos as coisas se deslancharem da forma que foi acontecendo. Eu nunca tenho as coisas realmente importantes quando eu as realmente quero, ou quando eu acho que as quero realmente. É tudo uma questão de tempo que eu não consigo resolver sozinha, e acabo desistindo daquilo que eu achava importante para dar espaço para as necessidades. E foi mais ou menos assim que aconteceu. Eu posso não ter tido o que eu queria, mas não abri mão do que me era colocado no meus caminhos. Aceitei a situação.

O fato é: quando eu tenho um amor platônico, e eu zelo por ele, eu desejo do fundo de minha alma que ele seja eternamente assim, no meu mundo de ideias, onde só minhas ideias podem o tocar. 

Talvez eu continue não acreditando em amores reais, mas eu não abrirei dos pouquíssimo que eu ainda posso preservar, cuidar e regar dia após dia na minha cabecinha. E não seria esta uma forma bela de amar também? Onde tudo fica no subjetivo?

terça-feira, junho 08, 2010

Dica de Filmes: 500 Dias Com Ela

Escrito por Naiara às terça-feira, junho 08, 2010
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Hoje eu vou falar de uma indicação de filme! Para eu chegar a indicar um filme, como conteúdo para falar dele como autonomia, eu realmente devo ter gostado, por que senão seria apenas mais um dos tantos filmes que eu costumo assistir, gostar bastante e esquecer o nome no dia seguinte! Acabo de perceber uma semelhança muito grande desta ultima frase com a minha vida amorosa, mas deixa quieto!



Deixa quieto Nada! Minha indicação de filme de hoje é 500 Dias Com Ela! Filmes para pessoas que como eu deixaram de acreditar no amo! Mas também uma boa sugestão para aqueles que também passaram a acreditar em amor, destino, coincidência e todo esse blá blá blá meloso!
Mas deixando divergências minhas muito mais que pessoais de lado, 500 Days of Summer surgiu no pior momento sentimental e melhor de superação da minha vida! Maquiado como uma comedia romântica, e salpicado de boa musica, este filme conta a não-historia-de-amor – fato que é deixado as claras já nos primeiros segundos de filme – de Summer e de  Tom. 

Summer é a tipica garota linda, perfeita, meiga que não acredita no amor, e no lance de se apaixonar por alguem. Sua liberdade, independência é mais valorizada que o manter o compromisso com alguém. Já Tom, trabalha em uma agencia que produz cartões comemorativos, apesar de ter cursado a faculdade de arquitetura. 



O que de mais me encantou no filme, é que o assunto que surge para os dois terem sua primeira conversa é a abordagem que Summer faz a Tom no elevador quando ele ouve  There Is A Light That Never Goes do The Smiths! Summer Ama The Smiths! E é logico que eu como uma fã da banda não pude deixar de dar gritinhos de felicidades. Se bem que eu adoraria encontrar alguem para me apaixonar que também fosse fã do The Smiths. Porém eu não estou vivendo minha vida para encontrar o homem da minha vida, então deixe os fãs de musica para outro dia, outra vida, quem sabe.

 desenho de Jana Magalhães do casal de 500 Dias Com Ela

Voltando ao filme, eu fico sem jeito de falar mais da história porque assim, podem esperar mais do que o filme é, ou mesmo acabar com os encanto das pequenas surpresas! Então fica a dica, e também porque tenho que correr com este post, mas fica a dica, e eu estou muito, mas muito apaixonada por este filme! 

Obs: tambem tem citação do lindo-mortal romance de Sid e Nancy S2 então vai um video extra de um curta que os dois atores principais Gordon-Levitt e Zooey Deschane intrpretam a morte do casal punk.




quinta-feira, junho 03, 2010

Eu Não Acredtito no amor

Escrito por Naiara às quinta-feira, junho 03, 2010
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Eu não acredito no amor! Eu não acredito nem no sexo quem dirá nessa utopia besta que algumas pessoas ainda utilizam de desculpa para ir pra cama com alguem. Desculpe-me os conservadores, ou os que acreditam amar e na durabilidade deste sentimento com um outro que não é seu pai, seu filho ou seu amigo, perdoe-me, posso estar muito errada e um dia negar o que hoje escrevo, mas eu Não Acredito no Amor.
Eu bem que já cai nesse jogo de tramoias, e passei bom tempo da vida realmente acreditando que meu coração era livre e diversificado a ponto de abranger vários amores diferentes em momentos semelhantes da minha vida. Que burra eu era! Eu pensava assim justamente por colecionar amores planctônicos e fantasiar com cada um deles o que eu jamais realizaria com nenhum deles. O motivo de manter todos eles em uma prateleira longe de minhas mãos era porque nunca acreditei realmente em mim mesma e no poder que eu posso ter com meus encantadores olhos sorrisos, e que na época nem eu mesma gostava da minha aparência, que venhamos ao caso, era bastante feiinha, pobre de mim!
Então eu cresci, os anos passaram e eu descobri que cada um destes amores platônicos que eu poderia fantasiar uma vida perfeita ao lado deles pelo resto da minha, eram homem normais, pobres vitimas aos encantos de uma mulher que saiba sorrir, que saiba como se pronunciar, ou mesmo que saiba como dar um olhar que revela bem mais que suas segundas intenções. E sabem que mundo se abriu para mim? Aquele onde as pessoas são meros mortais cheios de erros falhas, e que os homens da minha vida quase sempre são ogros disfarçados que ao primeiro toque de recolher eu tenho vontade de sair correndo e nunca mais me pronunciar, e é o que em geral eu costumo fazer!
Não me importo com aquele tempo que se perde acreditando que se pode conquistar um homem, aquele tempo em que sou até capaz de me dar por vencida, porém, depois que eu consigo os meus objetivos eu costumo descarta-los de uma forma tão mundana que chego a ter nojo de mim mesma em determinados momentos. Mas não é esse tipo de descarte que ocorre da parte dos mesmos?
Me desculpem homens, eu Não queimei soutienes em praça publica, nem levantei uma bandeira em favor da igualdade da mulher. Muito menos quero um dia condenar a profissão mais linda do mundo que é a de ser uma dona de casa rodeada por filhos encantadores, que apreciam sua mesa de café da manha. Porem, me ensinaram o que eu não queria aprender, que tudo que eu sonhar com o outro não se realizará, que os homens por mais apaixonados que estejam (e sim, eu posso ver isso nos olhos de alguns), eles cairão na armadilha da tentação (e sim, eu vi isso acontecer algumas vezes). Então antes de me culparem, me chamarem de mercenária, de incessível e quererem questionar o por que de que eu Não Acredito no Amor, pensem que um dia eu realmente acreditei nessa utopia, e foi acreditando nela que eu percebi o quanto eu não conseguiria me enganar por muito tempo, e que por mais que eu quisesse acreditar, não me enganariam muito tempo nessa espécie de amor único e eterno.
Se até o amor de mãe, filho, amigo tem de ser dividido com outros tantos, mesmo com ciumes e possessividade, porque o carnal teria de ser só de uma pessoa?

terça-feira, junho 01, 2010

Apenas mais um poema... sempre um poema!

Escrito por Naiara às terça-feira, junho 01, 2010
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Amy Sol

São sonhos que se despedaçam
e são palavras que você preferiria não ouvir.
São dias intermináveis se luta
e momentos simples que resolvem todo o resto.
São amanheceres sozinho em sua cama
São ventos que penetram pelos poros e te faz arrepiar
E são músicas que nunca antes ouvira,
que de alguma forma parecem fazer todo o sentido.
São sons que não irás dizer,
São flores que não roubará de uma praça qualquer,
São estrelas cadentes que perderam os pedidos
e são entardeceres que o vermelho no céu será apenas uma cor.
Se olhará no espelho e não saberá por que vestir-se,
verá a palidez da face e não entenderá porque seus olhos afundaram,
deitará na cama e pensará do que foi feito os dias doces
e na verdade não encontrará significado para tais.
São poemas que não será escritos,
são musicas que não serão compostas,
são faces de uma fotografia rasgada,
são jornais velhos acumulados que não faram sentido algum na estante.
Serão livros que jamais lerás,
serão desejos que não se realizarão,
porem ao despertares destes dias tristes
será utópico dizer que os campos pareceram verdes,
o céu brilhará em azul,
porque os choque do que não se viveu,
em geral parecerá mais intenso do que a vida!

by Naichan
 

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