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sábado, julho 10, 2010

Fail

Escrito por Naiara às sábado, julho 10, 2010 1 Comentários
Odeio ficar esperando! Nunca gostei, e não vai ser agora com meus 22 anos de idade que vou aprender a aceitar ficar a ver navios e esperando quem não vai aparecer!
Eu juro que eu quis dar uma chance a “idéia” “platônica” de “pensar” em “um dia” abrir meu “frágil coração” para certa pessoa. E o que eu ganho com isso? Boa pergunta, porque até agora eu não ganhei nada!
Mas como eu sou uma pessoa de coração muito grande, estou indo em busca de outra pessoa para substituir a “idéia” “platônica” de “pensar” em “um dia” abrir meu “GRANDE CORAÇÃO” a alguém!

quarta-feira, junho 09, 2010

Sobre amores e amores

Escrito por Naiara às quarta-feira, junho 09, 2010 0 Comentários
 Jana Magalhães

 
Talvez eu não tenha de todo desistido do amor. Talvez eu tenha apenas adiado para que essa sensação volte a minha pessoa. Eu posso ter desacreditado na humanidade, mas ainda acredito nos meus amigos. 

Não é que eu não consiga amar ninguém, é só que eu não sou capaz de me convencer realmente de que isto que eu quero. Nem meus amores platônicos me parecem de efeito mais.

De meus amores platônicos, alguns eu guardo em lugares mais quentinhos em meu coraçãozinho de pedregulhos. Eu o lembro de quando o vi a primeira vez, assim como a segunda e a terceira. É estranho  para mim ter esse tipo de recordação ainda hoje, quando já se passaram uns 10 anos, e é justo de um amor platônico, já que eu não costumo me lembrar nem mesmo dos meus ex-namorados com algum tipo de nitidez. 

Eu estava voltando para casa, eu passo por ele, e eu tive certeza de que era alguem que eu poderia me interessar. Mas de amores a primeira vista eu também tenho uma bagagem bastante grande, e mesmo que eu descreva como estava o dia naquele fim de tarde, ainda sim, seria só alguem pelo qual eu me sentiria atraída no meu algue dos hormônios. 

A segunda vez que o vi foi em um caixa de uma padaria. Eu me sinto livre para escrever estas coisas porque eu realmente creio que mesmo que por grande azar ou sorte ele um dia chegue a ler isto aqui, ainda sim serão lembranças minhas, só minhas e me dou ao direito de revela-las quando os rostos que eu posso identificar só a minha memoria tem o retrato.
Naquele dia eu fiquei feliz por vê-lo, já que no meu interior significava que eu poderia repetir aquele tipo de encontro que na minha cabecinha cheia de imaginação, eram os mais lindos encontros casuais românticos.
Enfim, chega o momento da terceira vez em que o vi, e foi daí que comecei a apaixonar por ele gradualmente. Na terceira vez que o vi, não falarei aqui onde foi o local, para não deixar nenhum tipo de margem, eu pude naquele dia, mesmo que ele nem tenha sequer visto minha sombra, pude saber mais sobre aquela pessoa, ou pelo menos conheci alguem que um dia me daria algum tipo de informação descente sobre onde procurar.

Mal eu sabia naquele tempo que um romance platônico poderia entrar em minha vida de uma forma um pouco diferente da que eu imaginava, e muito menos as coisas se deslancharem da forma que foi acontecendo. Eu nunca tenho as coisas realmente importantes quando eu as realmente quero, ou quando eu acho que as quero realmente. É tudo uma questão de tempo que eu não consigo resolver sozinha, e acabo desistindo daquilo que eu achava importante para dar espaço para as necessidades. E foi mais ou menos assim que aconteceu. Eu posso não ter tido o que eu queria, mas não abri mão do que me era colocado no meus caminhos. Aceitei a situação.

O fato é: quando eu tenho um amor platônico, e eu zelo por ele, eu desejo do fundo de minha alma que ele seja eternamente assim, no meu mundo de ideias, onde só minhas ideias podem o tocar. 

Talvez eu continue não acreditando em amores reais, mas eu não abrirei dos pouquíssimo que eu ainda posso preservar, cuidar e regar dia após dia na minha cabecinha. E não seria esta uma forma bela de amar também? Onde tudo fica no subjetivo?

segunda-feira, dezembro 28, 2009

Quero um Amor

Escrito por Naiara às segunda-feira, dezembro 28, 2009 0 Comentários
Eu estou a procura de um amor! Descidi, neste clima nostálgico de fim de ano, que eu quero me apaixonar loucamente por alguém e viver um destes romances que eu gosto tanto, cheio de intensas declarações de amor, aventuras, e muitas promessas de futuro perfeito!
Eu poderia encontrá-lo casualmente em um bar, e entre trocas de olhares e de sorrisos um clima pintar e... Melhor Não! Já conheci alguém nessa situação, e depois da bebedeira, quando a sobriedade chegou, eu descobri que ele era o homem da minha vida, e ele viu que eu não era tão interessante assim.
Vamos ver outro tipo de romance. Poderia conhecê-lo aleatoriamente em algum encontro de algo que eu realmente goste, e conversa vai, conversa vem, poderíamos descobrir um mar de infinitos gostos em comum... Também Não! Já conheci alguém assim também, e no final éramos mais amigos que amantes, até outras coisas acontecerem, mas não vem ao caso!
Não quero alguém só para lembrar de mim uma vez ou outra, ligar quando precisa de companhia, ou exigir coisas de namorado, quando mal-mal nos vemos/falamos. Esses são os piores relacionamentos, porque geralmente sempre tem alguém muito apaixonado, e uma das partes não está nem ai, ou pouco se importa! Desses eu já cansei! Te enrolam por dias, anos, e um dia, somem! Eu prefiro sumir, antes que me deixem e tudo fique pior...
Entre abandonar o navio, ou ficar nele afundando, eu prefiro abandonar, obvio, heroína do relacionamento não é um título para mim.
Eu espero que o “amor da minha vida” não já tenha passado por mim1 Se um dia eu descobrir que foi aquele cara que eu dei um pé na bunda eu não vou me perdoar por muito tempo! Quando eu estou com uma pessoa, costumo não saber o quanto ela é importante para mim, mas quando ela não está mais comigo (me refiro a uma única pessoa, não a todos os meus namoros/rolos/pegueste/afins), eu descubro que é difícil os dias sem ele. Mesmo que o período que passamos juntos seja bem menos dos dias em que eu estou vivendo sem ele...
Estou afim de me apaixonar de novo, e não viver de recordar amores passados, que não passa de platônicos, e de amores platônicos, eu já sou experiente demais para querer mais um!

 

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